MARIELLI DESVENDADA.




Tudo o que pessoas que possuem mais de dois neurônios pressupunham estava certo. Marielli Franco foi assassinada pela milícia que subjuga com mão de ferro a zona oeste do Rio de Janeiro. Os facínoras começaram a planejar sua morte em 2017 quando a vereadora passou a ser uma pedra no sapato deles. Milicianos e traficantes são entidades das trevas que atuam em espectros paralelos. Os primeiros se apossam de uma determinada área e escravizam os moradores obrigando-os a pagar por serviços e proteção. Entraram no ramo da grilagem de terra e se depararam com questionamentos e uma proposta de investigação da vereadora. Já os segundos, você sabe como operam. Enriquecem e se tornam poderosos através do comércio ilegal de drogas. Matam, eliminam, compram consciências débeis ou nem tanto.

Milicianos se apropriaram até da faixa vicinal que corre de ambos os lados da Linha Amarela (que liga a Linha Vermelha à Barra da Tijuca). Eles vendem terrenos do município para a população carente e você pode ver a Linha Amarela sendo invadida por favelas verticais. É o total descalabro e falência do poder de coerção do Estado.

Durante décadas, desde a gestão desastrosa do esquerdista Leonel Brizola (que pactuou com a criminalidade) o Rio de Janeiro foi entregue às mãos de vampiros impiedosos cujo único objetivo era o de sugar toda a seiva vital do Estado. O resultado o Brasil inteiro conhece. O crime ganha de lavada em todo o pais muito devido à ideologia de esquerda que execra os cidadãos de bem e incensa bandidos.

O cruel assassino condenado na Itália, Cesare Battisti é considerado um herói pelos esquerdopatas brasileiros. Temer assinou, ontem, sua extradição.
O patético Chico Buarque posa ao lado do Papa Francisco tentando envolver o pontífice na quimera defendida por adoradores contumazes do crime e do demônio (não é a primeira vez que o PT declara um pacto com Belzebu).
E grande parte da imprensa adora dar voz aos criminosos e fazer críticas a qualquer tentativa de enfrentamento real ao crime organizado. O miliciano Orlando Oliveira Araújo (vulgo Orlando de Curiacica) já preso, recentemente tentou desacreditar o processo de investigação do caso Marielli e recebeu generosa acolhida da mídia.

Criminosos de qualquer espécie (políticos principalmente, ex-presidentes sobretudo), milicianos e traficantes devem ser enfrentados, combatidos e exemplarmente punidos na forma da lei. O resto é delírio de mentes idiotizadas por uma ideologia em adiantado estado de putrefação.

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