SAI CHÁVEZ. ENTRA CHURCHILL.




Difícil esquecer décadas de ideologia marxista-leninista-stalinista. Só no futuro os historiadores poderão contar em detalhes todas as manobras que quase levaram o país à bancarrota e guerra civil.

Stalin, em sua constituição de 1936 dizia que o Estado soviético era “socialista formado por trabalhadores e camponeses advindos da destituição do poder de proprietários de terras e capitalistas”. Manuela D’Avila , codinome “Avião”, assinaria embaixo. Kátia Abreu, amiga íntima da guerrilheira Dilma Rousseff, claro, não poderia mesmo admitir isso quando era sua Ministra da Agricultura.

Stalin era um mentiroso diabólico e compulsivo. Usava as palavras para criar ilusões que garantisse seu poder acima de qualquer contestação. Lula e Haddad sabem bem do que estou falando. Segundo ele, a constituição soviética assegurava a “liberdade de expressão e culto, uma imprensa livre, direito de reunião e realização de passeatas, o sufrágio universal e o voto secreto”. Só faltou dizer que havia criado um verdadeiro paraíso na terra. Fake News são muito, muito mais antigas do que você, caro leitor, poderia supor.

A constituição stalinista não mencionava nenhuma vez a palavra “democracia”. Apenas os estrangeiros idiotizados e ingênuos acreditavam nas boas intenções do ditador. Agora você entende a síndrome “Roger Waters” que abestalha e abduz mentes e a doença, sem cura, que faz definhar intelectualmente Chico Buarque, Caetano Veloso e 99% dos artistas brasileiros.

Comunistas e socialistas são irmãos siameses. No Brasil eles até ensaiaram diferentes graus de separação de corpos como no caso do PSB (visceralmente ligado ao PT), PDT (ligado apenas pelo fígado) e PSDB (em processo de cirurgia programada no hospital João Doria).

No Brasil que saiu das urnas, a ideologia esquerdopata perde protagonismo. Apenas o Maranhão de Flávio Dino pertence à extrema-esquerda do PC do B. Faz sentido. Após décadas da ditadura Sarney que jamais tirou o estado da condição de baixíssima competitividade em que ainda se encontra, a história nos ensina que é preciso passar pela liturgia do antípoda.

Oito estados brasileiros, todos os do Nordeste mais o Amapá e Espírito Santo elegeram políticos de esquerda (PT, PSB e PDT). Não vamos demonizar todos. Camilo Santana, do Ceará, tem feito uma gestão razoável. O estado está com as contas em dia e tem investido corretamente em educação básica. Falhou na questão da segurança pública.

Todos os demais têm à frente líderes que pertencem ao vasto espectro que vai da centro-esquerda (São Paulo do Doria-PSDB) até o moderno liberalismo do NOVO (Romeu Zema-MG). Um dos estados mais desenvolvidos do país, Santa Catarina, entrou de cabeça na agenda “direitista” do PSL com o Comandante Moisés.

Do total de 27 unidades da federação (26 estados + DF) dezoito (ou se preferir, 67%) serão geridos por ideologias longe da esquerda jurássica do PT e seus asseclas. Não é pouca coisa.

Wiston Churchill (1874-1965) foi eleito pela BBC em 2002 o maior britânico de todos os tempos. Seu último discurso na Câmara dos Comuns em 1º de março de 1955 intitulado “Jamais Desesperar” diz muito sobre este homem que liderou o Reino Unido em sua hora mais soturna, unindo o país contra as investidas brutais do nazismo de Hitler.

Nunca tivemos por aqui, alguém que, remotamente, se equipare a Churchill. Talvez jamais tenhamos. Mas, isso não importa. O importante é enterrarmos de vez a ideologia destruidora esposada por Stalin, Hugo Chávez, Fidel Castro... grandes ídolos dos esquerdopatas terminais que quase nos levaram à bancarrota e à guerra civil.

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