A AUTOCRÍTICA DA AVESTRUZ.




Pura perda de tempo. O PT jamais fará autocrítica alguma. Como toda seita fundamentalista, continuará defendendo o indefensável. A história está repleta de exemplos. Lembra-se de Galileo Galilei? Em 1616 a poderosa inquisição o obrigou a abandonar o heliocentrismo por ele cientificamente comprovado. De nada adiantaram provas matemáticas precisas e dados astronômicos irrefutáveis. Simplesmente, para a Igreja Católica a Terra era o centro do Universo e pronto!

A inquisição moderna comandada pelo partido de Lula foi o tema do famoso livro de Romeu Tuma Jr. “Assassinato de Reputações” o qual descreve com abundância de dados os métodos desde sempre utilizados.

O Brasil tem sido, há décadas, refém dos esquerdopatas. Eles dominam as universidades, os sindicatos, parte do judiciário, quase toda a imprensa, segmentos das igrejas, quase toda a classe artística, a elite dos servidores públicos, certa ala de empresários venais, e claro, subjugam as soit-disant minorias mormente aquelas agrilhoadas nas escalas mais lastimáveis da falta de recursos e discernimento.

Os métodos do PT (assim como de toda a esquerda) são por demais conhecidos. O exemplo mais eloquente de sua forma de atuação é o assassinato do prefeito de Santo André-SP, o petista Celso Daniel em janeiro de 2002. Após dezesseis anos nada foi devidamente esclarecido à sociedade. O caso sequer foi encerrado. Todas as sete testemunhas-chave foram mortas. A última, o médico-legista Carlos Delmonte Printes , que examinara o cadáver e atestara que o mesmo fora brutalmente torturado antes de ser exterminado, teve o mesmo fim. O laudo da morte do legista diz que ele “se suicidou”. Assim como na Venezuela...

Esqueça autocrítica. E sabe por que? Todos eles, inclusive seus coniventes apoiadores professam a crença de que os fins justificam os meios. Pergunta para Fernanda Montenegro (aqui tomada como o símbolo maior de nossa classe artística). Onde você estava que não se pronunciou quando as vísceras do mensalão e do petrolão (o maior esquema de corrupção do planeta) foram expostas? Os cidadãos de bem que compõem a esmagadora maioria da sociedade deveriam ter dezenas de perguntas assim para essa gente. E no entanto, se calam.

Martin Niemöller foi um pastor luterano perseguido por Hitler e preso nos campos de concentração de Sachsenhau Eesen e Dachau. Ele conta a seguinte história:

“Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei. No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar”.

Parece que o monopólio sobre a consciência das massas está em seus estertores. Esse é o principal recado dessas eleições. Mas, você, caro leitor, não se engane. Isso é apenas o começo. É preciso desenvolver e manter uma vigilância absoluta em todo o processo que se desenrolará a partir de 2019. A estratégia da avestruz derrubou os esquerdopatas. Melhor não repeti-la.

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