SEM MEDO DE ENFRENTAR O DRAGÃO DA MALDADE.




A política no Brasil é coisa de celerados. Dá pra contar nos dedos de uma só mão homens públicos que colocaram o País à frente de suas ambições pessoais. Melhor pular esta parte. Você, caro leitor, tente fazer sua própria lista dos verdadeiros benfeitores da nação.

Somos o que somos por conta de nossas escolhas. A maior parte delas errada! Entre o golpe que instituiu a República em 1889 e a revolução de 1930 tivemos catorze presidentes e uma Junta Governativa. Os republicanos prometeram alçar o país à modernidade do progresso e, claro, jamais cumpriram. Naqueles idos, o índice de analfabetismo rondava estonteantes 85%. Entre os escravos, apenas 1% sabia ler e escrever.

O Brasil republicano era estatizante, intervencionista e autoritário. Três exceções: Prudente de Morais, Campos Sales e Rodrigues Alves, até que tentaram, mas sucumbiram às práticas de sempre.

O que dizer de um país que instituiu como política de Estado o “coronelismo”? Este, uma relação mais do que promíscua entre o poder público e o privado, retroalimentando dependências e robustecendo privilégios. Nada diferente dos “coronéis” atuais aboletados nas poderosas corporações de funcionários públicos que lutam contra a Nação para manter sua agenda de vantagens descabidas.

Depois da “Velha República”, o “Estado Novo” com o neo-ditador Getúlio Vargas. E dá-lhe, autoritarismo renovado, centralização e mais estatismo. Como cereja do bolo a vetusta e arcaica CLT. Até hoje penamos para nos livrar desse cipoal espinhoso que transformou o empreendedorismo nacional em roleta russa mortal.   Ciro Gomes e toda a esquerdalha querem ressuscitar   esta múmia-espantalho que recentemente perdeu algumas de suas ataduras imobilizantes.

Hoje, tem o primeiro debate entre os presidenciáveis na TV. O presidiário Lula da Silva bem que tentou mas, continuará em sua cela de onde vocifera ordens tresloucadas ao moribundo PT. No palco, diversos exemplares do que tem sido a política brasileira desde sempre: o conjunto de equívocos que mistura estatismo, corrupção e intervencionismo. O resultado você já conhece.

João Amoedo, candidato à presidência pelo Partido Novo não participará. Ele, a única novidade desse processo eleitoral. Enfim, um partido político que representa e dá voz à cada vez mais expressiva parcela da sociedade que acredita no trabalho, na liberdade do cidadão, na meritocracia, na redução e modernização do Estado.

O Novo terá candidatos ao Senado e Câmara na maioria dos Estados. É assim que seus candidatos se apresentam no site do partido.

Ian Saraiva, médico. Candidato a Deputado Federal pelo NOVO, no Paraná.
Plataforma de conduta:
·        Abrir mão dos privilégios como carro oficial, auxílio moradia, plano de saúde especial, aposentadoria especial e quaisquer outros que venham a ser criados.
·        Utilizar menos de 50% dos valores disponíveis em cota para atividade parlamentar (verba de gabinete) e do número de assessores e quaisquer outros que venha a ser criados.
Temas a discutir:
·        Revogar leis de privilégios de todas as esferas do poder público.
·        Revogar a lei do foro privilegiado.
·        Defender a privatização de estatais.
·        Revogar leis que limitam a liberdade do cidadão em termos de empreendedorismo.
·        Revogar leis que limitam a liberdade do cidadão em termos de porte de arma, de legítima defesa da vida e da propriedade privada.
·        Propor e apoiar a redução e simplificação de impostos.
·        Priorizar atuação pública nas áreas emergenciais de saúde, educação e segurança.
Pela primeira vez na nossa história, as ideias por detrás do sucesso das nações que invejamos não ficam mais presas na garganta. Finalmente, perdemos o medo de enfrentar o dragão da maldade e do atraso.

Conheça os candidatos do NOVO em seu Estado. Acesse 
http://candidatos.novo.org.br/

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