O MAL QUE NOS LIBERTARÁ.




Mentes doentias ,como Gleisi Hoffman, quando possuem algum tipo de poder, podem transformar nações inteiras em mortos-vivos ambulantes. A cada passo temerário cai por terra um membro destroçado pela autoputrefação inexorável. Para os esquerdopatas terminais isso é o que menos importa. E não tente mostrar a eles os “cases” de Cuba, Caracas ou Pyongyang. Pura perda de tempo.

Esquerdopatas, como até as bactérias unicelulares já sabem, creem que suas crenças e valores nos levarão à antessala do Éden socialista. Todo o resto constitui o mal. Esquerdopatas são uma seita autodestrutiva do tipo daquela, cujo líder, o maníaco Charles Mason, em 8 de agosto de 1969, assassinou brutalmente a atriz Sharon Tate, mulher do diretor Roman Polanski, grávida de oito meses. O motivo? Sharon precisaria se “libertar das prisões mentais forjadas pelo sistema capitalista”. Percebeu agora como funciona a cabeça dessa gente?

Os cidadãos que acreditam no trabalho honesto e no sucesso decorrente do empreendedorismo sadio constituem o mal a ser atacado. Afinal, é o Estado forte que, segundo eles, pode levar a todos ao nirvana definitivo. Só não dizem, que a construção deste tipo de instituição sorrateira é a fachada para a derradeira armadilha onde só eles, e mais ninguém, detêm o código de entrada e saída. Pondo em termos claros: aos seus asseclas tudo; aos antípodas, nada! É assim, sem rodeios, que eles entendem a política.

O mal a ser combatido, para este numeroso e bem-articulado exército é o pensamento liberal que defende o corte de privilégios, a redução de benefícios, o fim do foro privilegiado e claro, a impessoalidade na aplicação da lei. É por isso que todo o esforço dessa turba está, agora, na revogação da prisão após a condenação em segunda instância. Afinal, o grande líder e guru Lula do Triplex está preso...

Outro mal a ser combatido é o equilíbrio das contas públicas. Eles se apegam, desesperadamente, como cracas no casco de um navio, aos seus cargos em estatais falidas, aos seus rendimentos previdenciários imorais, e ao espectro do imposto sindical ainda não totalmente exorcizado das nossas vidas. Reformas? Nem pensar! Quanto maior e mais perdulário o Estado, melhor (para eles, claro).

O mal é democratizar as oportunidades, é ampliar a liberdade econômica, é a redução da burocracia, é, enfim, colocar o cidadão, e não o Estado no comando.
Reformas nos farão crescer na faixa de 3,5 a 4 % ao ano, segundo o novo Ministro da Fazenda Eduardo Guardia. Crescer de modo sustentável, bem entendido. Lembram da política insana do “crescimento” baseado no aumento desenfreado do consumo e na completa irresponsabilidade fiscal de Dilma Janete? Lembram dos 14 milhões de desempregados e da quase falência do Brasil produtivo e das contas públicas? Pois é...

O mal que nos libertará é o estilete que vai puncionar este tumor criado por décadas de ideologia esquerdopata terminal. O mal que nos libertará tem nome. Chama-se voto em ideias, crenças e valores modernos. Reformas vão doer, principalmente nos bolsos dos que se beneficiam com o atual status-quo. Mas, é a nossa única chance de cura.

A foto acima é do facínora Charles Mason líder de uma seita que pregava o assassinato de pessoas "do sistema capitalista". Morreu na prisão em 2017.

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