SOMBRIO E INESCAPÁVEL.



As massas são estúpidas. Sempre foram. Aceitam o primeiro populista que lhes atira, de seu saco de maldades, algumas moedas em troca de sua subserviência. O final já conhecemos de cor: Castro, Chávez, Maduro, Kirchner, Morales, Lula da Silva... para ficarmos nas cercanias.

Populistas são, antes de tudo, ditadores cruéis hábeis na manipulação de uma horda de desesperançados prometendo-lhes placitude celestial eterna e entregando-lhes os horrores indescritíveis dos círculos concêntricos infernais. Deles não se escapa facilmente.

Populistas, para se manter ad eternum no poder, aparelham o Estado e controlam o Judiciário. A receita também prevê o compadrio incestuoso com sindicatos e a casta que ostenta privilégios odiosos desde sempre. Por isso, países dominados por populistas sempre desembocam no beco sem saída da hiperinflação, da escassez mortal de alimentos e remédios e na penúria terminal de seus cidadãos. Por aqui os exemplos pululam: basta ver como estão os estados da federação que adotaram a cartilha populista: quebrados e humilhados.

Mas, isso tudo não parece ser suficiente. Massas idiotizadas adoram ser ludibriadas e seus líderes adotam mirabolantes teorias conspiratórias quando os fatos desmascaram suas teses. A única saída está nas mãos da parcela da sociedade com esclarecimento suficiente para apoiar reformas modernizantes. Parece e é difícil. O país já deveria ter realizado “n” reformas há décadas. E sucumbe sob o domínio do seu lado escuro.

E dá-lhe universidade federal gratuita para quem pode pagar colégios particulares e cursinhos caríssimos, salários acima de qualquer legitimidade para uma elite de servidores seja de que esfera forem, privilégios e benefícios imorais para parlamentares e políticos de estados e municípios, regime especialíssimo (e injusto) de aposentadorias precoces e integrais para funcionários públicos, foro privilegiado que oficializa a impunidade perene de políticos corruptos e por aí vai...

E como se não bastasse, punição intencional para quem deseja empreender e gerar empregos através de leis obsoletas, burocracia asfixiante, infraestrutura precária e, claro, uma visão de mundo medieval e periférica por parte de partidos políticos que se agrupam como verdadeiras organizações criminosas.

Não precisa ser assim. 2018 pode ser luminoso e libertador. Em 24 de janeiro o Tribunal Regional Federal da 4ª Região dará seu veredito sobre o multiprocessado Lula da Silva. Se condenado em segunda instância sua vida política ficará muito mais difícil.

2018 não é pra quem não aguenta fortes emoções. Lula fora do jogo é apenas o começo. O lado claro da força (nós, cidadãos de bem que pagamos os impostos que viabilizam este país) precisa decidir se quer ou não nos libertar das trevas. Nosso sabre de luz é o voto! Em 2018 não reeleja ninguém.

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