DESAFIO NACIONAL: COMO AJUDAR SERGIPE A COPIAR SÃO PAULO ?




O ranking da competitividade dos Estados brasileiros publicado nesta semana expõe a fossa abissal
entre Sergipe e São Paulo. Sabemos que a comparação entre eles pressupõe uma análise extremamente complexa que deve levar em conta, necessariamente, fatos históricos, antropológicos, sociais, culturais e, claro, econômicos.

Entretanto, é perfeitamente possível admitir que as diferenças fundamentais entre os resultados obtidos por estes dois Estados da federação decorrem de seus modelos de gestão e de suas escolhas estratégicas. Afinal, foram os próprios sergipanos e paulistas que escolheram seus governantes.

Escolhas certas? Escolhas erradas? Determinação antropológica ao fracasso? Ao sucesso? Nada disso. Ceará e Paraíba estão no TOP 10 tecnicamente empatados com o Rio de Janeiro.  Ceará e Paraíba deram um vigoroso salto qualitativo avançando 3 e 5 posições, respectivamente, de 2016 para 2017. 

O Rio Grande do Sul, avançou duas posições em apenas um ano. Estava quase fora do TOP 10 em 2016 (nona posição) ainda sentindo os reflexos da gestão petista de Tarso Genro e subiu para a sétima em 2017 com José Sartori (PMDB).  Gaúchos já tentaram de tudo na vida. Olívio Dutra (PT) foi capaz da proeza de perder o investimento líquido e certo da FORD que lá pretendia instalar sua fábrica de automóveis. Melhor para Camaçari-Bahia. Depois passou pelas mãos de Germano Rigotto (PMDB) e pelo desastre de Yeda Crusius (PSDB) para cair nos círculos do inferno da antigestão com o radical Tarso Genro. 

Os números falam por si só. Não é possível ignorar o calvário dos cariocas ao longo de décadas por conta de suas escolhas desastradas. Ou alguém em sã consciência poderia colocar Leonel Brizola PDT (reeleito) em algum ranking de competência, assim como Anthony Garotinho PDT/PSB (preso), Benedita da Silva -PT, Rosinha Garotinho- PSB/PMDB ,Sérgio Cabral (PMDB- reeleito e preso) e o atual Pezão? 

Para alguns Estados nada é tão ruim que não possa piorar. O Maranhão parece ter sido acometido por uma doença incurável de autodeterminação destrutiva. Se não por isso, como explicar Roseana Sarney (PFL/PMDB) quatro vezes governadora? E Edison Lobão? E o atual Flávio Dino(ssauro) do PC do B? 

Não tem jeito. Do pântano das crenças e ideias não saem bons gestores.

Pense nisso. Não reeleja ninguém em 2018.




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