DONALD DORIA E JOÃO TRUMP.



Políticos e nuvens compartilham o mesmo destino: vão para onde os ventos sopram.
A guerra da Síria começou em 2011. Desde então, já produziu 400 mil mortos e cinco milhões de refugiados. Barack Obama, vacinado com as experiências de governos anteriores nas empreitadas do Afeganistão e companhia, fugiu o quanto pôde do sanguinário Assad. Em 2013, prometera agir apenas se ele cruzasse a “linha vermelha” (usasse armas químicas). Prometeu e não cumpriu. Assad usou armas químicas. Obama acovardou-se.

Na ocasião, Donald Trump dava recados a Obama pelo Twitter. Em um deles disse: “A única razão do Obama atacar a Síria é salvar sua face sobre a  declaração estúpida da tal linha vermelha. Não ataque a Síria. Conserte os Estados Unidos.”



Tudo isso, agora, merece tanto crédito quanto Lula falando sobre honestidade.
Trump é herói em Khan Shikhoun, a localidade que viu suas crianças morrerem pelo gás sarin despejado pelo exército de Assad. A imprensa nos mostra o Sr. Abu Ali gritando “Que Deus abençoe Trump”.

Trump é aplaudido por François Hollande (França), Angela Merkel (Alemanha), Theresa May (Grã- Bretanha) e Recep Erdogan (Turquia). Sai de cena o Ronald MacDonald do topete laranja e entra, sob os holofotes, o novo John Wayne da política. Ou será, o novo Bobby Fisher (1943-2008) - seu conterrâneo e um dos melhores enxadristas de todos os tempos?

E agora, Putin? Vai discutir a relação com seu ex-quase amigo e admirador?
Rex Tillerson, Secretário de Estado de Trump, declarou sem qualquer piedade: “Putin é cúmplice (de Assad) ou incompetente”.

Vai ser difícil o doublé russo de Van Damme dormir sem protetores de orelha.
Parece que a “mensagem” trumpista  já está ecoando alto nos ouvidos dos ditadores bufões que ainda iludem seus compatriotas da Coreia do Norte à Venezuela.  Não está de todo fora de cogitação um Tomahawk certeiro sobre o covil dos mísseis Tabajara de Kim Jong-un.

Por aqui, João Trump, tenta libertar São Paulo do Estado Islâmico composto pelos descerebrados do PT, PSOL, PC do B  e suas tropas auxiliares formadas por mortos-vivos vorazes defensores da pichação, da sujeira e da destruição de banheiros. 

Vamos ver se João Trump consegue, agora, vencer a tropa da Cracolândia e seus defensores que se apoderaram de parte da cidade de São Paulo para a prática de crimes decorrentes de suas próprias escolhas. Viciados, drogados, traficantes, meliantes, não podem subjugar a cidade e destruir o patrimônio de seus empreendedores submetendo-os às suas próprias leis.

Nuvens escuras, como sabemos, continuam a pairar nos céus da política. Será preciso ventos determinados para dissolver as ameaças de Lulas, Renans, Gleisis, Requiões, Ciros e todos aqueles que apostam no atraso do país e claro, no sucesso de suas agendas maléficas. Ou então, milhares de João Trumps e Donald Dorias com coragem para mudar os rumos do país.

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