ROGUE ONE.


Tá tudo lá. Mas, a grande mensagem serve para todos os que pensam que é possível liderar mudanças sem suar sangue.  Não basta ser engajado. É preciso obstinação visceral para destruir as Estrelas da Morte que rondam o nosso universo.

Os milhões de privilegiados e acomodados nos mais variados escalões do Império precisam aceitar que o status quo presente se esgotou. Autoconsumiu-se como uma gigante vermelha em vias de implosão. Desde que Stephen Hawking nos contou sobre o que fazer se cairmos em um buraco negro, a única saída à nossa frente é imitar os rebeldes e enfrentar Darth Vader (seja ele de que partido for).

Como qualquer um que ainda não houvesse chegado aos trinta quando a Princesa Leia era refém das forças do Império no primeiro Star Wars (George Lucas -1977) é preciso enfrentar o corporativismo dos stormtroopers locais que querem aposentadoria aos 40 ganhando salário integral.

É revoltante saber que, neste planeta moribundo, existam 5.203 agentes recebendo mais que o teto constitucional (R$ 33.763,00). Os aproveitadores da República são mais letais que qualquer Estrela da Morte. À frente deste esquadrão camicase está Carlos D’Ávila Teixeira, juiz federal, com salário de R$ 198.852,39 (é isso mesmo que você leu).

É preciso que todos nos alistemos nas tropas rebeldes que lutam para libertar a país dos vilões seculares da Galáxia da Impunidade. Eles arregimentam cabeças reprogramáveis como um robô K-2SO.

O lixo intergaláctico parece ter se acumulado por aqui desde séculos, ajudado, é claro, por congressistas venais, sindicalistas nocivos (são 10.621 entidades que sugam 3,2 bilhões de Reais em imposto sindical) e a casta de privilegiados egressos dos concursos públicos que lutam (alguns dissimuladamente) para continuar encastelados em Elysium (mas isso é outro filme).

No nosso Jedha tropical, 2.195.154 funcionários públicos federais com uma folha de pagamento de R$ 255,3 bilhões parecem não se importar com a destruição iminente.

Rogue One é sobretudo um alerta para os corações e mentes bem intencionados. Sem a união dos bons na batalha contra o lado escuro da Força, não haverá amanhã.
Como Hawkins já dissera, “Se você cair em um buraco negro, não se renda. Há uma saída. E esta, pode ser a porta para outro universo”.


Vale a pena ver Rogue One. Principalmente se você é um rebelde com esperança e coragem.

De brinde pra você:


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