HALLOWEEN TROPICAL.



Vi a segunda votação da PEC 241 ontem na TV. As galerias da Câmara tinham sido liberadas pelo Presidente Rodrigo Maia. O espetáculo apresentado era patético. Pirralhos recém saídos da adolescência e alguma mulheres maduras gritando aborrecidos chavões em decibéis assassinos.

 Estes alienígenas da democracia são do mesmo planeta dos invasores de escolas. Como já se conhece, são apenas corpos ocos preenchidos por alguma forma desconhecida de força vital que se alimenta de spray barato e cocaína batizada. O resultado é a destruição de qualquer traço de inteligência. Uma ameba possui maior capacidade mental. No cérebro unicelular destes indivíduos não há como entender a aritmética rudimentar que demonstra a impossibilidade de países manterem-se vivos com despesas crescentes e arrecadação minguante.

Em 2014, a dívida do governo federal era de 57% do PIB. Em 2015, bateu nos 67%. A continuar desse jeito, em uma década, poderá chegar a 130%. Não haverá dinheiro para honrar os salários de quem quer que esteja na folha de pagamento do governo. Muito menos para as aposentadorias.

A dívida da China equivale a 43% do seu PIB. A cambaleante Rússia de Putin, a 17%. A da Índia chegou a 84% mas, após ajustes bem sucedidos, baixou para 67% e continua caindo. A meta do primeiro-ministro Narendra Modi é atingir o patamar de 50%.

O maior vilão da nossa história recente foram os gastos públicos, os quais, alimentados pela insânia petista, somente entre 2008 e 2015 cresceu 51% acima da inflação. A arrecadação? Ora, esta aumentou pífios 14%. Mas, os obnubilados que ocupam escolas públicas (e matam-se por um grama de droga) não são capazes de nenhuma análise factual.

Sem a PEC, nosso destino está traçado. Seremos todos, sem exceção, abduzidos para o insignificante planeta-anão cuja órbita termina em um buraco-negro.   
A rica Suécia, passou por uma crise desta natureza na década de 90 do século passado. Saiu dela utilizando-se da mesma estratégia. No país dos Vikings, o Parlamento determina, com rigor, qual deverá ser o limite para os gastos públicos nos três próximos anos.


Já houve um tempo em que nosso ensino público formava cidadãos comprometidos com o país. Treze anos de inoculação esquerdista dividiram nossos estudantes entre mortos-vivos vingativos e invasores de corpos. Triste halloween tropical...

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