CHAMEM OS CANGURUS.



Agora não tem mais volta. O país não foi consultado se queria ou não estas Olimpíadas, como todos sabem, ideia megalomaníaca do Charlatão de Caetés, o Antônio Conselheiro do século 21, Lula da Silva.

O estrago já foi feito com o dispêndio irresponsável de recursos que, obviamente, poderiam ter tido melhor destino. Assim como os bilhões jogados fora com a Copa do Mundo e seus estádios superfaturados.

O Brasil do PT é o mesmo de Canudos. Uma utopia criada por fanáticos que se comprazem em nos fazer retroceder à idade das trevas do pensamento. 

Estocolmo, capital da Suécia, declinou de sediar as Olimpíadas de Inverno em 2022, por achar que tem coisas mais importantes a fazer por sua população. 

Não posso recomendar à Assembleia Municipal que dê prioridade à realização de um evento olímpico, se temos outras necessidades na cidade, como a construção de moradias”, explicou o prefeito Sten Nordin.

Enquanto isso, o momo insensato Eduardo Paes, desfila na passarela das iniquidades arrotando frases que de tão grotescas só contribuem mesmo para reforçar o estereótipo aviltante do país da inconsequência. Como se não bastasse a vergonha que sopesa sobre toda a nação advinda dos desmandos de personagens como Dilma Vana e seus acólitos.

A chefe do Comitê Olímpico Australiano, Kitty Chiller trombeteou nesse domingo, dia 24, urbi et orbi, que seus atletas não entrariam nas acomodações a eles destinada na Vila Olímpica por sua “total inabitabilidade”.

Ontem o lutador neozelandês Jay Lee, reportou nas redes sociais seu sequestro relâmpago por homens vestidos de policiais em uma suposta blitz na cidade de Duque de Caxias, região metropolitana do Rio de Janeiro. Foi obrigado a sacar dinheiro em caixas eletrônicos para ser liberado pelos meliantes.

Não sei o que é mais deprimente, o fato de isso estar acontecendo com estrangeiros tão perto dos jogos Olímpicos ou o fato de que os brasileiros têm que viver em uma sociedade que permite este caos diariamente”.

Há o Brasil competente, invejado e bem-sucedido que fabrica aviões e é líder inconteste no agronegócio. Mas, desgraçadamente, há o país que abriga o que há de pior na gestão pública: incompetente, corrupto, irresponsável.

Precisamos decidir em que país queremos viver. Certamente não será o país do histrião Eduardo Paes que ao invés de resolver os problemas olímpicos que acometem os australianos, nossos hóspedes, prefere fazer gracejos debiloides. Um canguru faria melhor.

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