AMEBAS POLÍTICAS







É muito fácil reconhecer os nanicos da ética. Possuem todos o raciocínio prejudicado por conta de anos e anos viciados na condução coercitiva de criminosos mais graduados. São seres cuja insignificância moral se presta a toda sorte de manipulação.

A  parricida Suzane Richthofen matou os pais e só não foi ao cinema porque nada havia nas telas que a atraísse naquele dia. Na cadeia tornou-se evangélica e consumou o casamento com outra detenta. Suzane recebeu o indulto do Dia das Mães e como toda criminosa visceral deu endereço falso à justiça. Não adiantou. Foi desmascarada e presa novamente. Já está de volta à Penitenciária de Tremembé.

O deputado Waldir Maranhão (PP-MA) é o exemplo acabado do político de várzea. Não importa seu grau de instrução. Seu comportamento é previsível como uma flatulência. Prestou-se ao vergonhoso papel de acólito iniciante de meliantes intelectuais situados um degrau acima de sua obtusidade terminal. Achou que desempenharia papel relevante ao conspurcar a imagem da Nação na tramoia que procurava invalidar o impeachment de Dilma Vana.

Teve seus 15 minutos de fama e deu com os burros n’ água. Será enxotado da presidência interina da Câmara e passará à história como mais uma nulidade exótica do circo de horrores em que transformou o Congresso Nacional.


Waldir Maranhão é a Suzane Richthofen do Parlamento. 

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