MICARETA NESTE DOMINGO, QUIÇÁ NA SEGUNDA TAMBÉM...



Depois, vamos ao trabalho pois há um país a reconstruir.

Tudo já foi dito pelas dúzias de articulistas competentes de Norte a Sul do país. Mas, na verdade, a data de hoje (independentemente do impeachment ou não) entrará para a história como o dia em que a sociedade decidiu assumir seu indelegável papel de controle sobre seus representantes no Congresso.

Para chegar a esse ponto foi preciso que o partido no poder rompesse todas as barreiras éticas e ultrapassasse todos os limites da compostura política. Foi uma reação tardia. Poderia já ter ocorrido no governo-mensalão do Lula.

 Mas, tudo tem seu tempo e finalmente o tomar das rédeas de seu próprio destino pelos brasileiros de bem (a esmagadora maioria) chegou.
A lista de decisões equivocadas ou até mesmo mal-intencionadas do governo da estrela vermelha é tão extensa quanto cansativa.

- Não apoiou Tancredo Neves;

-  Não chancelou a “Constituição Cidadã”;

- Combateu o Plano Real;

- Centrou-se na cooptação da parcela mais pobre da população com programas sociais sem porta de saída;

-  Demonstrou ojeriza à gestão profissional do Estado;

- Aparelhou com a escória do ativismo sindical e militantes sem escrúpulos, empresas estatais, fundos de pensão, órgãos públicos, ministérios, etc.

- Adotou as mais nefastas falcatruas para o desvio de dinheiro público visando abastecer os cofres do partido;

- Destruiu todas as conquistas advindas da Lei de Responsabilidade Fiscal levando o país à bancarrota (inflação elevada com recessão e desemprego em massa);

- Desprezou com soberba doentia a classe média geradora de riquezas (aquela que trabalha, estuda, produz, compra e vende);

- Demonizou empresários e investidores resguardando, é claro, um séquito de aduladores destinatários de todas as regalias;

- Ignorou os princípios basilares que formam uma nação ( orgulho pelos seus símbolos, bandeira, hino, heróis verdadeiros) substituindo-os por valores e crenças político-partidária afinadas com o que há de mais retrógrado no continente;

- Apoiou ditadores sanguinários e grupos extremistas ignorando seus crimes contra a humanidade;

- Humilhou a diplomacia brasileira mundialmente reconhecida por seu pragmatismo e competência substituindo profissionais de carreira por descerebrados fanáticos apoiadores das causas mais abjetas;

- Usou o poder para a compra de consciências venais imaginando-as meros marionetes de seus desejos inconfessáveis;

- Utilizou-se sem qualquer pejo da mentira, da injúria e do embuste repetidos ad nauseam para hipnotizar mentes vulneráveis ou servir a propósitos escusos;

- Destruiu símbolos do orgulho tecnológico (Petrobrás, p ex.) sugando através de atos de corrupção explícita e desmandos primários de gestão seus recursos financeiros;

- Associou-se a grupos criminosos e antidemocráticos (MST e outros) instigando a luta armada e o ódio à sociedade produtiva;

- Adotou o desprezo terminal à oposição e qualquer outra voz discordante da sociedade civil como forma de construir o modelo de partido único monocórdico e ditatorial.

A lista é longa. Hoje, este modelo político, asfixiante da liberdade econômica, empreendedora e individual está em seus estertores.

O deputado Heráclito Fortes PSB-PI, jocosamente, definiu a personalidade deste, que outrora pretendeu ser o benchmarking da lisura e da ética políticas:


“ No novo governo, nós queremos dar ao PT o Ministério da Ação de Graças. O problema é que eles não aceitam nada de graça...”

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