O QUE FERNANDA MONTENEGRO E VÍTOR BELFORT TÊM EM COMUM.


  A avalanche de fatos não deixa o país respirar. No meio desse tornado categoria apocalipse em que vivemos muitas vezes a gente não se dá conta das mudanças importantíssimas que lenta, mas inexoravelmente vão forjando o novo humor social.

A última pesquisa do IBOPE realizada entre 17 e 21 de outubro passado não deixa dúvida sobre isso. O instituto resolveu conhecer, sem rodeios, o que pensa o brasileiro sobre o momento político atual. Uma das perguntas bate no fígado como um pastel vencido. “De qual destes partidos você gosta menos?”

38 % dos respondentes declararam ser o PT. É a maior rejeição disparada dentre os partidos brasileiros. Para você, caro leitor, perceber o tamanho do estrago, apenas 8% cravaram no PSDB e 6% no PMDB.


Na pergunta reversa, feita para eliminar qualquer possível ruído, o resultado colocou o PT em estado pré-catatônico terminal.

“Qual destes partidos você gosta mais ?” Resposta de irrelevantes 12 % : o PT ! 

Mas, o escrutínio vai além. Ficamos sabendo o óbvio (menos para os petistas, é claro). Em 2014, 46% da população via a imagem do PT como “Desfavorável” ou “Muito Desfavorável”.  Em 2015 a esta percentagem pulou para estratosféricos 70%.


O cenário também não está , assim, radiante para o PSDB. Em 2014 , 45 % percebiam os tucanos com a imagem “Desfavorável” ou “Muito Desfavorável”. Em 2015 a coisa piorou. Agora são 50%. O motivo também é cristalino: o PSDB não incorporou em seu discurso e ações o nível de intolerância com “mal-feitos” que a maioria da população parece desejar para um partido de oposição.  Já apregoava o compositor cearense Belchior nos idos de 1976: “... É você que ama o passado e que não vê que o novo sempre vem...”


Pois bem. Os brasileiros cansaram do discurso esquerdo-marxista-bolivariano-cubano. E já não era sem tempo!

Quem insistir nesta lenga-lenga vai ser a areia da ampulheta quebrada. O catarinense Valdir Raupp senador pelo PMDB/RR e vice-presidente do partido declarou ,hoje, no O Estado de São Paulo que “...um partido que sempre defendeu as causas populares não pode enveredar para a direita”.


Senador, pesquise um pouquinho no Google e veja o legado da “esquerda” em todos os cantos do planeta: desastre total. O modelo político idealizado por Karl Marx configurou-se no mais sangrento dos regimes responsável pelo assassinato de 110 milhões de indivíduos entre 1917 e 1987. Para você que me lê ter uma ideia do que isso representa, todas as guerras do século 20 não mataram mais que 85 milhões de civis.


Os regimes ditos “comunistas” ou seu nome fantasia atenuante “socialistas” provocaram em todos os países onde se instalaram o desastre econômico, a degradação ambiental e a extrema insatisfação social por conta de crenças e valores absolutamente equivocados em relação à geração de riqueza e bem-estar.

Senador, recomendo pesquisar sobre o descalabro da coletivização agrícola que matou de fome 60 milhões de cidadãos em pleno século 20.


Mas, felizmente, o endeusamento dessas ideias perdedoras está com os dias contados no continente. O esclerosado castro-comunismo será eliminado pelo contato com o capitalismo glorioso que viceja em Miami (sonho de consumo de 10 entre 10 comunistas de palanque). A Argentina está a caminho da libertação de décadas do mais deletério e atrasado kirchnerismo.


A Venezuela está prestes a impor uma importante derrota ao chavismo nas próximas eleições parlamentares de 6 de dezembro.


Em Vanalândia, o mar não está pra peixe para os seus (ainda) defensores. O lutador de MMA Vítor Belfort ao agradecer ao público pela presença no Ginásio do Ibirapuera e que testemunhou sua vitória contra o estadunidense Dan Henderson arrebatou a plateia gritando “Fora governo corrupto”.


Fábio Roque, um dos líderes do Comando Nacional do Transporte que coordena uma greve de caminhoneiros autônomos declarou “ Somos apartidários e lutamos pela salvação do país”.


A atriz Irene Ravache entrou na dança disparando “A maior decepção da minha vida foi o PT”.


E a diva orgulho nacional Fernanda Montenegro fez sérias críticas ao modelo atual de gestão da cultura nacional.  “Estatizaram o Teatro Brasileiro.  Nos Estados Unidos é capitalismo, espetáculo tem acionista. Não tem governo que protege e manda cobrar (ingressos) baratinho. Hoje no Brasil, mesmo que você lote a casa o espetáculo não se paga”.


Demorou. A sociedade dá mostras inequívocas de que não suporta mais o modelo corrupto, ineficiente , ideológico e arcaico que esquerdopatas de todo o espectro tentam, há décadas, impor ao país. Agora chega!  



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