OS ESTADOS UNIDOS QUE TODOS INVEJAM (INCLUSIVE ESQUERDOPATAS LATINO-AMERICANOS).

Estive de férias nos Estados Unidos por duas semanas. Fazia tempo que não passava tanto tempo no país mais rico do planeta. A viagem estava programada e a passagem paga e mesmo com o dólar a R$ 4,00 não seria uma boa estratégia abortá-la. 

Segundo estatísticas do Banco Central só em agosto deste ano a diminuição nos gastos brasileiros em viagens ao exterior chegou a 46,2% em relação ao mesmo mês de 2014. Se considerarmos o período de janeiro a agosto deste ano em comparação com igual período de 2014 a queda foi de 25,13%. Fácil de se notar. Se antes, em cada canto de Nova Iorque ouvia-se o português como segunda língua local agora, não mais. Outro sintoma é o número de bandeiras do Brasil tremulando nas fachadas dos principais hotéis, raras agora.

Éramos o terceiro maior contingente de turistas em NY em 2014 com cerca de 900 mil visitantes. Atrás somente do Reino Unido e Canadá (cerca de 1,1 milhões). 
Também pudera. Uma cerveja no restaurante: 7 dólares (R$28,00). Uma Coca Cola e um cachorro-quente vendidos na calçada, 6 dólares (R$ 24,00).  Uma camiseta sem marca “padrão camelô” você não encontra por menos de 20 dólares (R$ 80,00). 

As coisas por lá continuam como sempre estiveram. Nós é que ficamos pobres por causa do desgoverno de Dilma Vana e seus associados criminosos que resolveram conduzir o país ao estado terminal-vegetativo.  

Viajar pelos Estados Unidos é ter uma aula de como o modelo econômico capitalista e liberal produz riquezas. Tudo é grande, pujante, embasbacador. Os aeroportos (qualquer um) são gigantescos para o padrão Infraero. Quer números? O de Atlanta (o maior do mundo) movimenta 96,2 milhões de passageiros por ano. Guarulhos, nosso maior, apenas 39,7 milhões (comparável ao 13º no ranking estadunidense, Miami com 40,9 milhões de passageiros ano).

Se somarmos todos os aviões comerciais em operação no Brasil não chega à metade da frota da American Airlines (1494 aeronaves).
Seria entediante e desnecessário falar da infraestrutura do país da bandeira listrada. Estradas, cidades, parques, museus, vida cultural, shoppings, outlets, supermercados e tudo o mais que alguém nessa vida possa desejar disponível em escala superlativa de variedade e qualidade.

Bem diferente dos países que escolheram torturar suas populações com o cruel modelo de qualquer das enganosas vertentes do falido socialismo ou de uma das suas versões pioradas bolivarianistas e petistas. Não há a menor possibilidade de comparação.



Minha geração jamais verá um país competitivo, vibrante e respeitado. Foram escolhas erradas demais ao longo de décadas. O país que os cidadãos de bem desejam (a maioria, diga-se de passagem) é algo a ser construído pelas gerações futuras. No presente, só nos resta resistir com todas as forças ao modelo degenerativo que lenta e metodicamente tenta destruir a Nação. Não conseguirão. Mas, o preço a ser pago será muito alto. 

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