QUANDO SETEMBRO VIER.



Robert Talbot é um milionário estadunidense que possui casas ao redor do mundo. Uma delas fica na Itália e é utilizada pelo excêntrico cavalheiro apenas no mês de setembro. Quando o Sr. Talbot resolve aparecer em sua esplêndida “villa” no mês de julho descobre que estava, o tempo todo, sendo enganado pelo caseiro que transformava a residência em um hotel durante os meses em que o dono estava ausente.  Falo do filme “Quando Setembro Vier”- EUA/1961 dirigido por Robert Mulligan e estrelado pela bela Gina Lollobrigida e Rock Hudson.

Nem o mais criativo roteirista de Hollywood poderia imaginar a tragicomédia que está em cartaz há exatos 12 anos e dez meses abaixo da linha do Equador. Fomos engrupidos e mal pagos. Lulamacunaíma, como sempre se soube, nunca teve caráter algum. Habilíssimo na arte de ludibriar, enganou todo o mundo. Seu governo de escassos méritos foi vendido internacionalmente como o criador de um país ficcional com cadeira garantida entre as nações desenvolvidas. Até o respeitado semanário britânico The Economist caiu na esparrela.

O Brasil ansiava por reformas profundas que o guindasse para o andar de cima das democracias bem sucedidas. Nada foi feito. Nem reforma política, nem tributária, nem fiscal, nem da previdência. Nada de nada.  Ao invés disso, o apoio comprado via mensalão só serviu mesmo para a manutenção do poder pelo poder. O resto é história. Uma triste e desesperançada história que desembocou no pior governo de nossa trajetória republicana.

O Embusteiro de Caetés pensara que ao eleger um “poste” poderia ser, ele mesmo, o presidente de fato. Deu tudo errado.
Dilma Vana é um engodo maiúsculo. Autoritária, centralizadora, má gestora, incompetente, desarticulada, irascível, mentirosa contumaz, e o que é pior: aferrada ao apodrecido ideário populista-socialista-latino-americano gerador de ditaduras sanguinárias como Cuba e Venezuela.

 Dilapidou todos os recursos da nação com programas e projetos não sustentáveis e nos conduziu, a todos, ao pântano que mata por asfixia qualquer economia minimamente organizada.

Pulemos para outro setembro, o negro. Um grupo terrorista palestino mata impiedosamente onze atletas israelenses nos Jogos Olímpicos de Munique em 1972. O mundo jamais se esqueceu.

Mal comparando, vivemos nosso setembro negro. Não temos mais governo. Dilma Vana perdeu apoio popular e político por conta de sua proverbial capacidade de destruição de tudo em que bota a mão. Perdemos a saúde financeira e econômica através de uma gestão desastrosa sob qualquer perspectiva que se queira avaliar.

Vivemos uma crise política, fiscal e moral sem precedentes em nossa história. O governo é apoiado apenas pelo que há pior na sociedade brasileira: políticos inescrupulosos, banqueiros gananciosos, empresários prevaricadores e toda sorte de aventureiros, embusteiros, oportunistas, traidores. Nunca antes na história desse país uma gentalha desse nível se apoderou da máquina pública para a prática de todo tipo de crime lesa-pátria.

O país está em um beco sem saída.  Dilma Vana não admite seus crassos erros. Prefere nos humilhar enviando ao Congresso um orçamento com 30,5 bilhões de Reais de déficit. Somos rebaixados à categoria de “investimento lixo” pela Standard & Poors.

O governo que criou a aberração administrativa de 39 ministérios e que permitiu que a máquina pública fosse infestada por 130 mil sanguessugas não está disposto a cortar nenhum de seus membros-aleijões. Ao contrário. Cinicamente alardeia com a criação de mais impostos mandando a conta para a sociedade produtiva.

Chegamos ao limite final do beco sem saída em que Dilma Vana e seu partido nos meteram. A destituição da presidente por qualquer um dos meios legais previstos em nosso arcabouço jurídico-institucional parece ser a única saída. Motivos para isso sobejam.

Lula-Pixuleco já dissera por ocasião do impeachment de Collor “Pela primeira vez na América Latina, o povo brasileiro deu uma demonstração de que é possível o mesmo povo que elege um político destituir esse político. Peço a Deus que nunca mais o povo brasileiro esqueça essa lição”.


Amém!

Atualização:

Ontem o ministro de Dilma Vana, Edinho Silva deu entrevista ao jornal O Globo. Vejam só caros leitores os grandes argumentos de Edinho:

1. "O orçamento deficitário foi enviado ao Congresso como parte de uma estratégia" ( é isso mesmo que você leu). Queríamos iniciar uma discussão que vai além do ajuste fiscal".

Essa brilhante "estratégia" nos fez perder o "Grau de Investimento".

2. "Nossa intenção é provocar uma discussão sobre o modelo de financiamento do Estado". 

Conta outra, Edinho. Que tal começar a desmontar a gigantesca máquina pública criada apenas para que os "cumpanheiros" se locupletem ?

3. "Se não entrarmos na agenda das reformas do Estado não vamos equacionar definitivamente qualquer problema."

Aqui temos um novo filme que se chama "Eu vi o que vocês fizeram nos mandatos passados", ou seja: absolutamente nada! 

Dilma quer agora "reformar" o Estado? Pirou de vez. Ela não tem moral para reformar nem a cozinha do Palácio do Alvorada...

Dilmalândia está a pique.

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