GISELLE PARA PRESIDENTE.

O país está à beira de um ataque de nervos. Esta realidade Almodovariana parou a nação desde a malfadada Copa do Mundo do ano passado cuja histórica humilhação dos 7 x 1 foi tão somente o prenúncio do labirinto de Creta em que nos metemos. A eleição de  Dilma Vana, a guerrilheira sem palavra, foi como a prorrogação de um jogo zerado sem chance de vitória.

Hoje o país está sendo governado, ora vejam, por um radical religioso que promete implantar no país a moral de sua Assembleia de Deus. De quebra, é claro, vai impondo ao (des)governo dos 40 ministérios derrotas após derrotas ao que tudo indica mais para ganhar notoriedade política do que para nos salvar do pântano mortal em que rapidamente afundamos .
Em tempos de cólera só nos resta sonhar.
Não há brasileira como Giselle. Nem precisa mais do sobrenome. Em qualquer parte do planeta a mídia escreve "Giselle" e todos sabem, na hora, de quem se está falando. Às vezes o nome vem junto com a expressão alemã übermodel  para deixar claro que Giselle está em um nível muito acima ao de simples modelo.

Ela é empresária, atriz, investidora, designer, filantropa, mãe, esposa e tudo o mais que ela quiser. Ela pode. A revista Forbes apontou Giselle como a mais bem paga profissional da indústria da moda em 2014 com um faturamento de 47 milhões de dólares (antes dos impostos). A segunda colocada foi a holandesa Doutzen Kroes com longínquos 8 milhões de dólares empatada com a deusa baiana Adriana Lima.

Estamos falando de gente honesta que ganha com o seu trabalho e não dos Pedros Baruscos da vida que como você já sabe, é um gerente de terceira categoria da Petrocorruptosauro que  colocou no bolso , sem qualquer esforço, 100 milhões de dólares de propina . Tampouco do João Bafo-de-Onça Vaccari que surrupiou para o Partido dos Trambiqueiros outros 200 milhões de dólares tão escusos quanto.

Diz a Forbes que desde 2002 Giselle tem ganhado mais dinheiro que qualquer outra modelo no mundo graças ao seu particularíssimo estilo pessoal que vai muito além da sua inigualável beleza. Ela é uma pessoa “do bem”, dona de um caráter sem jaça, humilde, acessível, carismática além de extraordinária estrategista que consegue transformar em ouro tudo o que põe a mão (que o digam as marcas Chanel, Carolina Herrera, H &M, C & A, Pantene, Grandene, Oral-B e sua marca própria de lingerie Hope).  Em 2014 ganhou 16 milhões de dólares a mais que seu marido o jogador de futebol americano Tom Brady com quem tem dois filhos.

Giselle seria perfeita como presidente. Jamais teria um ministério morto-vivo com 39 espectros (a única exceção é o Joaquim Levy, convém ressaltar). Tenho certeza de que com seu aguçado senso de planejamento estratégico ela tocaria o país como faz com sua carreira: trabalho sério com vistas a resultados, honestidade, carisma, humildade. De quebra daria ao país a cara que ele bem merece.

Já pensou o frisson entre os fotógrafos cada vez que Giselle fosse representar o Brasil em alguma missão oficial? Na abertura dos trabalhos da ONU seu bom senso nato e, claro, seus conhecimentos de geopolítica rapidamente assimilados por sua atuação urbi et orbi jamais a levariam a discursar idiotices do tipo “negociar com terroristas do Estado Islâmico”. Aliás, simplesmente por ser Giselle até os radicais muçulmanos entenderiam porque não dá pra querer esconder cabelos lindos e corpo esguio em véus e burcas de qualquer espécie.

Giselle ofuscaria sem piedade figuras bolivarianas caricatas dos países vizinhos principalmente uma determinada senhora que além de se esconder debaixo de camadas geológicas de pancake costuma negociar sigilosamente com assassinos iranianos.

Nossa combalida indústria têxtil teria em Giselle uma poderosa aliada. Somente ela poderia projetar uma aura de qualidade e geração de valor aos nossos produtos diferenciando-os da concorrência ching ling. Tudo o que o país fabricasse estaria indissociavelmente conectado à glamorosa imagem fashion de nossa presidente. E ao invés de uma Fashion Week o país todo viveria a glória de ser Fashion for Years.

Com Giselle, o design nacional romperia definitivamente a barreira do exótico para se tornar uma poderosa ameaça aos italianos, franceses e escandinavos. Nossos produtos seriam disputados pelas mais prestigiadas vitrines mundo afora cada vez que  o corpo longilíneo de Giselle fosse clicado com um modelo exclusivo da nossa melhor haute couture ou prêt-à-porter não importa.

Giselle tem o alto astral, a competência e o poder para  fazer a nação recuperar sua autoestima perdida. Ah! Tem também um fato novo que faria a delícia da imprensa sensacionalista mundial: pela primeira vez em toda sua história republicana o país teria um “primeiro-damo” estrangeiro. O mais perto que chegamos a isso foi nos tempos da  Princesa Isabel com marido francês , o Conde d’Eu. Mas nessa época não havia as mídias sociais... Bem, isso é outra história.

Veja Giselle em uma sessão de fotos na Vogue Britânica assobiando o Hino Nacional.
 


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