SE DILMA VANA QUISESSE...


O modelo do Estado Islâmico é usado por dezenas de políticos nacionais. Ou você acha que a tribo dos Sarneys difere em algo do grupo radical Boko Haram? Lá,  ao invés de cerrar fileiras contra os infiéis , o tacape do pajé da Ilha do Curupu  e de seus consanguíneos desceu sem piedade na educação, no saneamento básico, na saúde,  na segurança pública e por aí vai... Resultado:  quase o pior IDH do Brasil (0,639) . Só perde para  as Alagoas do descerebrado Fernando Collor.  Das cinco cidades com pior IDH dentre os 5.565 municípios brasileiros, duas estão no Maranhão. A cidade de Fernando Falcão situada a 557 km  de São Luís tem IDH=0,443 semelhante ao da Etiópia IDH=0,435.

Pelos seus 50 anos no poder, a família Sarney, se quisesse, poderia ter transformado seu estado na terra prometida  onde, por entre as majestosas palmeiras de babaçu e rios caudalosos (lá não falta água), jorrariam soja e minérios  trazendo renda e bem-estar para a população.

E não adianta bater na tecla de que Sarney representa a direita sem coração. O PT de Lula e Dilma  cerrou fileiras com gente da estirpe de Sarney e Paulo Maluf e o resultado você já conhece:  sai o Brasil entra  Vanalândia onde nada é o que parece ser.

Dilma Vana já tinha no mandato passado ampla maioria no Congresso. Continua tendo agora. Poderia, se quisesse, realizar  o melhor governo da história republicana implantando todas as reformas  necessárias para que nos tornemos em uma nação de que nossos filhos e netos possam se orgulhar. 

Mas, não. Vanalândia continua com 40 ministérios entregues a elementos que preenchem todo o espectro possível que vai da incompetência à flagrante improbidade. Não teremos nenhum choque de produtividade, nada que nos tire da vergonhosa 54ª  posição  em competitividade dentre os 60 países analisados pela IMD- Institute for Management  Development.  

Orbitaremos em torno da 80ª posição mundial no ranking da educação (estamos em 88º lugar) e continuaremos mais perto  de Burkina Farso (122ª) do que da Finlândia – 1º lugar.

A aliança partidária que dá sustentação ao governo em Vanalândia continuará a tentar explicar (e se possível se safar) das recorrentes denúncias de corrupção. Nada em sua agenda que remotamente objetive qualquer mudança estrutural na barafunda distópica em que se tornou o país.

Quando uma governante de uma das mais importantes nações do planeta prefere ir à posse do terceiro mandato do cocaleiro-expropriador Evo Morales a dar as caras no Fórum Mundial em Davos você pode imaginar qual seja sua escala de prioridades.

E assim ,Vanalândia   vai ficando cada vez mais parecida com Kirchnerlândia e Madurolândia.  Um Joaquim Levy apenas não nos livra do Estado Fundamentalista Sindical em que nos tornamos. Pelo menos até 2018...

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