VERGONHA NA ONU. O PAÍS-ANÃO A QUE FOMOS REDUZIDOS.

A história da humanidade está repleta de carniceiros sanguinários. A lista é tão longa que não convém cansá-lo, caro leitor com verbetes que vão de A  (Átila, por exemplo) a Z ( Zenawi- Etiópia, acusado de ter se apropriado de mais de 1 bilhão de dólares enquanto assistia impávido à morte de seu povo como moscas).
Os facínoras da idade moderna já eliminaram muitos milhões de seres humanos apenas porque tinham ideias diferentes das deles. Só pra ficar nos mais óbvios, Stalin o mega-tera-serial killer comunista russo da extinta União Soviética , cuja forma de governo serve de modelo para alguns descerebrados  políticos brasileiros, assassinou cruelmente 20 milhões de compatriotas. Todos os que Stalin julgava ser seus inimigos eram mortos impiedosamente. Simples e estarrecedor.
A grande e tenebrosa novidade atual é a ascensão de um grupo de entes sem qualquer resquício de humanidade, verdadeiros monstros da irracionalidade em sua forma mais extrema. São os jihadistas que fundaram o soturno Estado Islâmico com o qual pretendem que a civilização humana retroceda milênios aos níveis mais abjetos da barbárie.
A exposição das decapitações amplamente divulgadas na mídia mundial é apenas uma pálida amostra do que estes enfermos em grau máximo do espírito são capazes.
A situação no norte da Síria é tão grave e seu potencial de desestabilização regional tão deletério que os chefes de Estado árabes da Jordânia, Arábia Saudita, Barein, Catar e Emirados Árabes são parte de uma coalizão internacional para tentar detê-los e impedir seu avanço sobre Iraque e a própria Síria.
Com um exército de radicais composto de 35 mil homens recrutados em diversos países (tem gente até do Brasil, pra você ver que a insanidade não tem pátria) querem implantar um “Califado” em pleno século 21. Foram os líderes da Coalizão Nacional Síria (CNS) que solicitaram à comunidade internacional a realização de ataques imediatos como forma de estancar o banho de sangue que está levando populações indefesas ao martírio e à fuga.
Os Estados Unidos juntamente com países da coalizão bombardearam ontem, dia 22, posições dos extremistas. Sabe o que Dilma Vana disse ,hoje, em discurso na ONU defronte de representantes de mais de 120 países?
Eu lamento profundamente isso. O Brasil sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo, o acordo e a intermediação da ONU”.
Com sua costumeira e incompreensível retórica completou que  “Agressões sem sustentação aparentemente podem fornecer ganhos imediatos mas, depois só causam enormes prejuízos e turbulências”.
Para terminar, deu aos presentes uma aula de despautérios ao declarar com empáfia que Nós repudiamos sempre o morticínio e a agressão dos dois lados e não acreditamos (sic) que seja eficaz. O Brasil é contra todas as agressões”.
Dilma Vana e seu partido mensaleiro envergonham a diplomacia brasileira agora ,como se sabe, reduzida à condição de “anã” como bem o disse recentemente o ex-porta voz do governo israelense Yigal Palmor.
Outrora reconhecido como um dos melhores corpos diplomáticos nosso Itamaraty, coitado, não tem alternativa senão definhar sob os anti-valores petistas que  através de seu relativismo moral nos tornam cada vez mais periféricos e irrelevantes.
 Agora estamos passando à comunidade internacional , através do porta-voz da Nação, que somos coniventes com as formas mais vis da política humana. Ou vocês acham que os demônios do Estado Islâmico estão propensos a algum tipo de ponderação minimanente razoável?
Até que ponto teremos que cair para nos livrarmos de tanta ignomínia? Dê uma resposta a isso nas urnas. Não tem outro jeito, caro leitor.

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