O ESTADO-COISA EM QUE NOS TORNAMOS.




Não há limites para certo tipo de pensamento político. São grupos e pessoas que compartilham o mesmo padrão de comportamento em qualquer rincão do planeta. Este time de entidades do atraso adota a estratégia do aterro sanitário: primeiro espalham o lixo de suas crenças para depois gerarem o chorume tóxico que permeia todas as camadas da sociedade até o seu envenenamento final e consequente morte.

É assim com a Coreia de Kim Jong-un, com o Hamastão (também conhecido como Faixa de Gaza) de Ismail Haniya, com a Venezuela de Nicolás Maduro, com a Rússia de Putin, com a ilha dos Irmãos Castro, com a Síria de Bashar Assad, com a Nigéria de Abubakar Shekam (líder do grupo ultra radical Boko Haram) só para ficar nos exemplos mais midiáticos da atualidade.  Todos eles se beneficiam da ignorância e da brutalidade humanas que adubam corações enfermos e mentes, quase sempre, em estado terminal de consciência.

De acordo com os dados da revista estadunidense “Foreign Policy” há ,atualmente, cerca de 40 ditadores no planeta que subjugam quase 2 bilhões de pessoas. Utilizam-se do mesmo roteiro básico. Primeiro se arvoram em defensores de uma filosofia qualquer excludente e fundamentalista. Convencem os intelectos rudimentares à salvação definitiva desde que paguem o pesado tributo da alienação de suas próprias individualidades. O próximo passo é a declaração de guerra exterminadora a todos quantos a eles se opõem. Para isso eliminam a liberdade de pensamento e a imprensa livre. Os recursos para o financiamento de suas hostes vêm do saque aos fundos nacionais o que desemboca inevitavelmente na corrupção endêmica de todas as instâncias do poder.

O discurso messiânico e promessas tão hipnotizantes quanto insustentáveis levam nações inteiras à autodestruição econômica, institucional e moral.

Quando confrontados, lançam mão da mentira e calúnia em grau extremo e da manipulação criminosa da informação ( isso quando não decidem simplesmente pelo assassinato físico e moral de seus inimigos).

Claro que a democracia com sua alternância do poder, diversidade  de pensamento e imparcialidade de suas instituições é para todos eles o coração que deve ser lancetado. O único mantra permitido é a voz do déspota à frente da massa teleguiada dos Black Blocs predadores do livre pensamento.

Nosso regime (ainda) democrático e plural tem permitido através da imprensa e de algumas vozes solitárias o desmascaramento do partido que concentra o poder há mais de uma década. A cada semana ficamos tão estarrecidos quanto perplexos pela envergadura das ações criminosas com as quais humilham os cidadãos de bem desta Nação. O país não pode mais ficar refém dessa matilha de hienas vorazes que descarnam sua tessitura moral e ética. Há que se colocar um basta nesse estado de coisas para não nos tornarmos uma coisa de Estado.

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